sexta-feira, 11 de março de 2011

Antes do Japão, tremores de terra atingiram a China


Os números de terremotos e mortes em decorrência dos mesmos, mundialmente, aumentam consideravelmente, e pesquisadores correm contra o tempo para encontrar soluções e respostas para estas reviravoltas da natureza.

Ontem (10/03), a China sofreu com tremores de terra, que matou 22 pessoas e feriu cerca de 125, segundo agência estatal Xinhua. O terremoto na China foi de 5,4° na Escala Ritchter, que vai de 0 a 10.

De acordo com o site da estação governamental que monitora terremotos, o tremor de ontem, na China, aconteceu na província de Yunnan, a aproximadamente 10 km de profundidade. Terremotos que tem grau 5 de magnitude, ou acima disso, são capazes de causar estragos, como o que aconteceu hoje no Japão.

Fotos: Divulgação

O tremor na Terra do Sol Nascente - Terremoto de 8,9° é o maior da história do Japão


A mídia inteira mostra agora a catástrofe que atingiu o Japão hoje, dia 11 de março. Um terremoto muito forte de magnitude 8,9 atingiu a costa nordeste do país, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos, causando, consequentemente, um tsunami de até dez metros de altura. As ondas varreram a costa do Japão, vitimando, até o fechamento deste texto, 337 pessoas e destruindo casas, comunidades inteiras.

As cenas do terremoto são impressionantes!, e você pode conferir um dos vídeos divulgados pelo Portal G1 neste endereço: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/03/video-mostra-tsunami-arrastando-carros-no-japao.html
O vídeo mostra um tsunami arrastando carros no Japão.

Veja outro vídeo aqui: http://g1.globo.com/videos/v/veja-imagens-impressionantes-do-terremoto-que-atingiu-o-japao/1457100/#/G1/page/1


O tremor que assolou o Japão na data de hoje é considerado o sétimo pior da História Mundial, de acordo com agência dos Eua, e o pior registrado no Japão. O abalo causou um tsunami que alcançou a cidade japonesa de Sendai, na ilha de Honshu, a principal do arquipélago japonês.

Barcos, casas, carros foram arrastados pelas ondas e as imagens transmitidas pelas tevês mundiais são de assustar, capturadas por cinegrafistas em helicópteros. Em muitos locais, a água do mar passou por cima dos diques de contenção - o que nos faz sentirmos impotentes diante da natureza - e avançou grandes espaços por terra, fazendo com que o espectador remontasse em sua memória as cenas do episódio histórico das Tsunami, ocorrido no Oceano Índico, no ano de 2004.

Vários países se mantém em alerta, como na costa do Pacífico, onde há a possibilidade de as ondas gigantescas chegarem, embora não haja registro de destruição fora do território japonês.


Pequenas ondas já atingiram as Filipinas e a Indonésia, o Hawaii e a ilha de Guam se mantem atentos a qualquer tremor que possa acontecer. De acordo com a polícia local, 337 pessoas morreram, 531 estão desaparecidas e cerca de 627 se feriram. A polícia de Miyagi confirmou a morte de 200 e 300 pessoas, sujos corpos foram encontrados na costa de Sendai.

Veja aqui um vídeo de redemoinho causado pelas águas no Japão: http://www.youtube.com/watch?v=c5Lvlgyy2mQ

Apesar das estatísticas que são bastante variáveis, a agência Kyodo acredita que o número de vítimas pode passar de mil. Não há informações, até o momento, de morte de brasileiros. Moram próximos ao epicentro ao menos 17 mil brasileiros, segundo agências de notícias.

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O tremor da Terra do Sol Nascente

De acordo comm os jornais, o terremoto causou um colapso no sistema de telefonia japonês e os moradores usam a internet para se comunicar com parentes e anunciar vítimas encontradas. Pessoas que já passaram por situações complexas decorrentes de terremotos alertam para os grandes pedaços de vidros que, durante os tremores, despencam dos prédios, matando pessoas nas ruas.

Arte: G1

Os tremores no Japão foram sucedidos por ondas gigantes. De acordo com especialistas, a origem de Tsunamis é, na maioria das vezes, terremotos, que causam a movimentação de placas geográficas. O tremor de hoje foi considerado forte pelos grupos de pesquisa e aconteceu a 24 Km de profundidade. Ao que se sabe, quando a origem dos tremores é de 50 Km de profundidade, não se sente nenhum efeito na superfície da terra. O que não foi o caso do Japão.

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro explicam que a força das ondas depende de suas movimentações. Quando o tremor acontece em alto-mar, formam-se ondas baixas e rápidas, que atingem os 800 km/h !!! Estas ondas, quando atingem a costa, ficam maiores e mais lentas. Neste momento, o fundo do mar fica raso.


Os tremores que assolaram o Japão hoje são difíceis de se prever, segundo pesquisadores. Especialistas sugerem que as pessoas aprendam a se proteger em catástrofes como esta, já que não se pode impedir a força indomável da natureza e dominá-la.
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Fotos: Divulgação

quarta-feira, 9 de março de 2011

Um milhão de peixes mortos na Califórnia por falta de oxigênio

Foto: pohdiaries.com

Um milhão de sardinhas "apareceram" mortas em uma marina no sul da Califórnia, Eua. A maioria das sardinhas estava numa marina em Santa Mônica e o quefoi divulgado é que "não havia óleo nem substâncias químicas na água". Alguns peixes foram levados para análise.

Especialistas ainda não identificaram certamente a causa da morte dos peixes, mas a hipótese é de que as sardinhas tenham entrado na marina e, depois, não acharam saída e a água ficou sem oxigênio.

Análise da Sea Lab (Los Angeles) com a água detectou níveis de oxigênio perto do zero, e isto pode ter causado o sufocamento e a morte dos peixes.

As sardinhas mortas atraíram pelicanos e gaivotas que buscam comida e se transformaram em uma questão delicada para autoridades de Santa Mônica e moradores da marina, que tem aproximadamente 1.400 embarcações. O custo com limpeza deve ser de US$ 100 mil.

Galáxias mais antigas já encontradas despertam curiosidade em pesquisadores (Eua)

Um aglomerado de galáxias que parece já maduro (mesmo no início da formação do Universo) intriga cientistas do Observatório Austral Europeu (ESO), de acordo com pesquisa divulgado hoje (09/03) pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.

Poucas horas de sono tornam as pessoas mais otimistas, segundo pesquisa

Fotos: Divulgação

As pessoas que não dormem muito, que tem falta de sono, são propensas a serem muito otimistas antes de tomarem decisões, segundo um estudo divulgado na última terça-feira (08/03), nos Estados Unidos. Segundo a pesquisa, as pessoas que tem pouco sono costumam, também, se arriscar mais do que as pessoas que dormem mais.

O estudo foi divulgado em artigo na revista Neuroscience, e oferece evidências científicas que são vistas por gerentes de cassino, por exemplo, que presenciam jogadores apostarem tudo o que tem até perderem tudo, após horas de jogo.

A pesquisa examinou 29 adultos voluntários com boa saúde e idade média de 22 anos. A estes adultos foi solicitado que tomassem uma série de decisões de caráter econômico, após uma boa noite de sono. Depois, as 29 pessoas foram questionadas após uma noite sem dormir.

Os pesquisadores usaram a técnica de Imagem por Ressonância Magnética (IRM). Nas pessoas que estavam sem sono, a pesquisa detectou uma atividade mais intensa nas partes do cérebro responsáveis pelas expectativas positivas, e detectou também uma atividade pequena nas partes responsáveis pelas expectativas negativas.

"Os indivíduos privados de sono que participaram do estudo tenderam a fazer escolhas com mais ênfase nos lucros monetários e menos nas opções que permitem reduzir as perdas", segundo a pesquisa que foi feita pela Universidade de Duke, na Carolina do Norte e em Cingapura.

De acordo com um dos coautores da pesquisa, Vinod Venkatraman, que também é aluno de psicologia e neurociência, a cafeína, o ar fresco e o exercício não são suficientes para combater os efeitos do cansaço.

"As pessoas que jogam até as últimas horas do dia não só contam com o azar das máquinas, mas também com seu próprio cérebro, que tem sono e, implicitamente, tem tendência a antecipar lucros e minimizar a probabilidade de perdas", explica o especialista.

sábado, 5 de março de 2011

Ajude as tartarugas e os jabutis - São os vertebrados que mais correm risco de extinção

Foto: melinabeachturtlehatchery.files.wordpress.com

As tartarugas e os jabutis são os animais vertebrados que correm mais risco de extinção, com mais de 328 espécies já ameaçadas, de acordo com um relatório divulgado no Independent.

Os animais estão sumindo por causa da caça para alimentação e do uso na medicina chinesa, além do infeliz comércio de animais (o tráfico), e da destruição dos habitats naturais pela poluição, segundo o estudo “Turtles in Trouble” (algo como Tartarugas em Problemas), realizado por equipes engajadas na preservação das tartarugas.

As espécies que possuem maior risco de serem extintas somam 25 e podem desaparecer em poucas décadas, caso não haja nenhum esforço por parte dos órgãos públicos, sociedade civil, todo o mundo, para preservá-las. A Ásia é a região mundial mais afetada.

Esta é uma tartaruga albina brasileira

“Em um só mercado em Dhaka, Bangladesh, perto de cem mil tartarugas serão consumidas em um dia de feriado religioso a cada ano”, afirma o relatório publicado.

Com aproximadamente 54% de seu total ameaçado, jabutis e tartarugas tem um risco muito grande de extinção, muito mais que os outros vertebrados como os pássaros, mamíferos e os anfíbios.

Foto: Divulgação


Foto: O Globo

Planetas órfãos podem ter temperatura para manterem água e, talvez, vida.


Segundo jornais do país, planetas que perdem suas estrelas-mãe podem se manter quentes o bastante para possuírem água, aumentando, com isso, a perspectiva de, talvez, sustentarem vida. Uma nova pesquisa relata que o calor do decaimento natural dos elementos radioativos pode manter um mundo parecido com a Terra, de certa forma confortável, se houver uma camada que isole o gelo.

— Você só necessita de um cobertor grosso o suficiente em cima — comentou ao Discovery News o cosmologista Eric Switzer, da Universidade de Chicago.
O estudo teve início após uma observação de um cientista ambiental, que questionou como a Terra seria sem a existência do Sol, o que aumentou a curiosidade de Switzer, que pensou:

Sem o calor do Sol, um planeta como a Terra precisaria de uma camada de gelo 15 km de espessura para segurar o calor gerado pelo decaimento natural de elementos radioativos, bem como a energia primordial que tivesse sobrado da formação do planeta.

Switzer não imagina que forma de vida poderia haver em um planeta sem Sol, mas o estudo aponta que as Luas de Júpiter e Saturno podem orientar. Os estudiosos pensam que existem oceanos líquidos abaixo da superfície congelada de Europa e Calisto, de Júpiter, e Enceladus, de Saturno.
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Foto: casadafadaazul.blogspot.com

quinta-feira, 3 de março de 2011

Plantas como a mostarda podem ter propriedades anticancerígenas


Plantas como a mostarda, a raiz-forte comum e a versão japonesa (que dá origem ao tempero wasabi, típico na culinária oriental) podem ter propriedades anticancerígenas, de acordo com uma pesquisa divulgada em publicação científica "Carcinogenesis", da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.

Os autores do estudo são vinculados a grupos de pesquisa sobre o câncer, localizados nos Estados Unidos da América, e acreditam que uma substância desses vegetais conhecida como isotiocianato de alila (que dá o sabor forte a estes vegetais) pode ajudar no combate ao câncer de bexiga.


[Coma mais mostarda!]

O estudo foi feito com ratos, como geralmente é feito nos laboratórios do mundo (em breve o Blog abordará esta questão do uso de ratos em pesquisas). No estudo, os cientistas perceberam que o avanço do câncer foi interrompido em 30% dos casos e a contaminação de outros órgãos por células cancerígenas foi totalmente impedida em todas os animais.

As plantas, normalmente, usam o isotiocianato de alila como uma arma para combater ameaças como insetos herbívoros. No estudo, os ratos foram alimentados com pó de semente de mostarda, e o tratamento durou três semanas. Os animais com a "dieta especial" foram comparados com um grupo controlado, que não recebeu comida especial contra o câncer.


A substância presente na mostarda, o isoticianato, também está em vegetais do grupo crucífero, como a couve-flor, o repolho, a couve e o brócolis. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, esta família de plantas tem propriedades capazes de reduzir o risco de câncer de cólon.

O câncer de bexiga pode gerar a contaminação de outros órgãos em até 30% dos casos em humanos, com chances pequenas de sobrevivência.

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com Environmental Health News